- Conversões que o próprio canal reivindica
- ROAS médio, que descreve o passado
- Só o que tem clique ou pixel
Marketing Mix Modeling.
O próximo real
no canal certo.
O MMM separa a venda que viria de qualquer jeito da venda que cada canal trouxe. Você enxerga a curva de saturação, o ROAS marginal e quanto mover de um canal para outro, sem aumentar o orçamento.
Simulação multicanal. Cada ponto representa uma semana.
O relatório da plataforma conta conversões. O MMM mede o que a mídia mudou na venda.
Marketing Mix Modeling é um modelo estatístico que explica a venda semanal a partir de tudo o que mexe nela: a mídia de cada canal, preço, promoção, calendário, clima e o crescimento natural da marca. Como olha a venda total, e não o clique, coloca TV, mídia exterior, retail media e digital no mesmo eixo.
O resultado é a contribuição incremental de cada canal, com faixa de incerteza, e a resposta para a pergunta que decide o orçamento: onde o próximo real rende mais.
- Venda incremental, separada da base
- ROAS marginal: o retorno do próximo real
- Todos os canais, online e offline, no mesmo modelo
Primeiro, o que viria de qualquer jeito. Depois, o que cada canal somou.
O modelo começa pela base: a venda que a marca faria sem mídia, sustentada por lojas, marca e recorrência. Em cima dela entram calendário, preço, promoção e lojas novas, e só então a contribuição de cada canal. A soma fecha com a receita real; a diferença é o resíduo.
No exemplo de quatro canais abaixo, a mídia responde por 27,5% da receita do ano (R$ 61,0 mi). A TV sozinha soma R$ 32,1 mi, mas isso ainda não diz se o próximo real na TV vale a pena.
Dobrar a verba não dobra a venda.
Todo canal satura. Os primeiros reais encontram o público mais propenso; os seguintes disputam a mesma atenção. A curva de resposta mostra quanto de receita incremental cada nível de verba entrega, e é nela que aparece a diferença entre o ROAS médio e o ROAS marginal. Arraste a verba e veja.
- ROAS médio: inclinação desde a origem
- ROAS marginal: inclinação no ponto
- Receita incremental
- R$ 2.676 mil
- ROAS médio
- 4,8×
- ROAS marginal
- 2,4×
- Passou do ponto
- o próximo real volta menos do que custa
Receita incremental dividida pela verba total. Descreve o passado e inclui os primeiros reais, que renderam muito.
Quanto volta do próximo real investido. É a inclinação da curva no ponto de hoje, e é ele que decide o orçamento.
Com margem de contribuição de 30%, cada real de mídia precisa trazer R$ 3,33 de receita para se pagar: mROAS de equilíbrio = 1 ÷ margem. Acima disso, vale aumentar; abaixo, cada real a mais reduz o lucro.
Na TV do exemplo, o ROAS médio é 4,8× e parece ótimo. O ROAS marginal é 2,4×: abaixo de 3,33, o próximo real na TV reduz o lucro. O equilíbrio está em R$ 485 mil por mês, não nos R$ 560 mil de hoje.
A campanha sai do ar. O efeito, não.
Parte da venda acontece semanas depois da exposição. O adstock mede quanto do efeito de cada semana carrega para as seguintes. Sem ele, o modelo dá o crédito errado: premia a semana seguinte pelo que a TV plantou e subestima os canais de memória longa.
Por isso medimos a retenção de cada canal. Busca paga captura quem já decidiu e quase não carrega efeito; TV e mídia exterior seguem vendendo depois do último dia no ar.
- Investimento por semana
- Efeito da TV (memória longa)
- Efeito do Search (memória curta)
Mesmo orçamento, mais receita: tire de onde o mROAS é baixo e coloque onde é alto.
Cada canal tem a própria curva de ROAS marginal, que cai conforme a verba sobe. O mix ótimo é aquele em que o próximo real rende o mesmo em todos os canais: enquanto um canal devolve mais que outro, mover verba aumenta a receita sem gastar mais. O plano respeita a faixa de verba já observada em cada canal; o que passa disso vira teste antes de virar plano.
No gráfico, o primeiro ponto de partida é a verba de hoje. Depois, o gráfico sorteia outros mixes com o mesmo total: todos chegam ao mesmo ótimo, porque ele depende das curvas e do orçamento, não de onde a verba está hoje.
- Ponto de partida: hoje ou sorteado
- Mix ótimo com o mesmo total
- Tracejado: além da verba já observada
| Canal | Hoje | Ótimo | Mudança | mROAS |
|---|---|---|---|---|
| TV | 560 | 460 | −100 | 2,4× → 3,8× |
| Meta | 230 | 183 | −47 | 2,9× → 3,8× |
| Google Search | 100 | 214 | +114 | 6,3× → 3,8× |
| iFood Ads | 60 | 93 | +33 | 4,9× → 3,8× |
No exemplo, sair da TV saturada e reforçar Google Search e iFood Ads rende R$ 244 mil a mais por mês, 4,8% na receita da mídia, com os mesmos R$ 950 mil de orçamento.
O que o modelo não explica vira pergunta, não ruído.
Toda semana que foge mais de dois desvios da previsão é marcada. Cruzamos a semana com clima, feriados, notícias e volume de busca da praça para sugerir a causa. Cada explicação aceita vira variável do modelo e uma ação para a próxima vez.
Chuva forte na capital
Sinal cruzado: Clima por praça
Ação para a próxima vez: Ativar entrega e cupom no iFood na véspera da chuva.
Surto de gripe nos portais
Sinal cruzado: Notícias e volume de busca
Ação para a próxima vez: Comprar mídia em portais e reforçar o Search em até 48 horas quando o tema sobe.
Modelo calibrado por experimento, não só por histórico.
Histórico mostra correlação. Quando um canal sobe sempre junto com a sazonalidade, o modelo tem dificuldade de separar os dois e a faixa de incerteza fica larga.
Um geo lift, com praças que recebem a campanha e praças de controle, mede o efeito causal do canal. O resultado entra no modelo como informação e a faixa fecha. Quando a marca mede visitas com a beAround, o experimento lê também a loja física, praça por praça.
Conhecer a mensuração de campanhas- Antes da calibração1,6× a 6,6×
- Resultado do geo lift2,2× a 3,6×
- Depois da calibração2,3× a 3,7×
Do pedido de dados à decisão de orçamento.
O estudo é operado pela beAround do começo ao fim. Sua equipe recebe a leitura pronta na plataforma e decide com o time de mídia.
Mais de 92 modelos trabalhando no MMM da beAround hoje.
- 01
Pergunta e KPI
Definimos a decisão que o estudo apoia e o KPI: receita, pedidos, novas assinaturas ou visitas, por semana e por praça.
- 02
Dados
Verba e entrega de cada canal, venda, preço, promoção e calendário. Conectamos as contas de mídia ou recebemos as planilhas da agência; clima, feriados e indicadores econômicos já vêm da plataforma.
- 03
Modelagem
Modelo bayesiano com adstock e saturação por canal, controles de calendário, preço e clima, e informação de experimentos quando existe.
- 04
Portão de qualidade
Nenhum estudo é publicado sem passar por convergência, ajuste fora da amostra e plausibilidade dos efeitos. O que falha volta para a modelagem.
- 05
Leitura e cenários
Decomposição, curvas, ROAS marginal com faixa de incerteza e simulador de realocação, na plataforma da beAround.
- 06
Calibração e atualização
O modelo é reajustado todo mês com os dados novos e calibrado por geo lift quando um canal pede prova.
O que você recebe
- Decomposição da receita por canal e por praça
- Curva de saturação e ponto de equilíbrio de cada canal
- ROAS médio e ROAS marginal com faixa de incerteza
- Plano de realocação com o mesmo orçamento
- Simulador de cenários de verba
- Resíduo explicado, com ação sugerida
- Atualização mensal do modelo
Dados de que precisamos
- Pelo menos 1 ano de histórico semanal; o ideal são 2 anos
- Verba por canal e semana, por praça quando possível
- Venda, ou o KPI escolhido, por semana e praça
- Preço, promoções e lojas abertas no período
- Margem de contribuição, para achar o ponto de equilíbrio
Perguntas frequentes sobre Marketing Mix Modeling
ROAS marginal, saturação, adstock, dados necessários e privacidade: o que costuma surgir antes do primeiro estudo.
Descubra onde está o próximo real que mais vende.
Mostramos o que um estudo de MMM entrega com os seus dados: os canais, as praças e o histórico que você já tem.
