Marketing Mix Modeling · MMM

    Marketing Mix Modeling.
    O próximo real
    no canal certo.

    O MMM separa a venda que viria de qualquer jeito da venda que cada canal trouxe. Você enxerga a curva de saturação, o ROAS marginal e quanto mover de um canal para outro, sem aumentar o orçamento.

    Mais de 92 modelos trabalhando no MMM da beAround hoje.
    Sem dado pessoal: o modelo usa séries agregadas por semana e praça.
    Todas as alavancas no mesmo modeloMídia, preço, promoção, calendário e clima
    ROAS marginal hojeEquilíbrio 3,33 · margem de 30%
    Exemplo de alocação · 4 canais+4,8% na receita da mídia, mesmo orçamento
    Simulação multicanal · 7 canais · 52 semanasO resultado de cada canal, semana a semana
    Vendas totaisR$ 6,8 miBase + contribuição dos 7 canais
    Jan a dez52 semanas
    Base sem mídia R$ 3.402 milReceita dos canais R$ 3.382 mil
    Vendas totais
    Canais · R$ milVendas · R$ milhões
    janmarmaijulsetdez02505007501.0000 mi2 mi4 mi6 mi8 mi
    CanaisClique para mostrar ou ocultar
    S47 · nov

    Simulação multicanal. Cada ponto representa uma semana.

    O que é Marketing Mix Modeling

    O relatório da plataforma conta conversões. O MMM mede o que a mídia mudou na venda.

    Marketing Mix Modeling é um modelo estatístico que explica a venda semanal a partir de tudo o que mexe nela: a mídia de cada canal, preço, promoção, calendário, clima e o crescimento natural da marca. Como olha a venda total, e não o clique, coloca TV, mídia exterior, retail media e digital no mesmo eixo.

    O resultado é a contribuição incremental de cada canal, com faixa de incerteza, e a resposta para a pergunta que decide o orçamento: onde o próximo real rende mais.

    Atribuição da plataforma
    • Conversões que o próprio canal reivindica
    • ROAS médio, que descreve o passado
    • Só o que tem clique ou pixel
    Marketing Mix Modeling
    • Venda incremental, separada da base
    • ROAS marginal: o retorno do próximo real
    • Todos os canais, online e offline, no mesmo modelo
    Decomposição da receita

    Primeiro, o que viria de qualquer jeito. Depois, o que cada canal somou.

    O modelo começa pela base: a venda que a marca faria sem mídia, sustentada por lojas, marca e recorrência. Em cima dela entram calendário, preço, promoção e lojas novas, e só então a contribuição de cada canal. A soma fecha com a receita real; a diferença é o resíduo.

    No exemplo de quatro canais abaixo, a mídia responde por 27,5% da receita do ano (R$ 61,0 mi). A TV sozinha soma R$ 32,1 mi, mas isso ainda não diz se o próximo real na TV vale a pena.

    Estudo ilustrativoDe onde veio a receita do ano, em R$ milhões
    BaseCalendárioPreçoPromoçãoLojasTVMetaSearchiFoodResíduoTotal050100150200250156,3+1,1−2,9+1,9+4,6+32,1+15,8+9,2+3,8≈ 0222,0
    Curva de saturação e ROAS marginal

    Dobrar a verba não dobra a venda.

    Todo canal satura. Os primeiros reais encontram o público mais propenso; os seguintes disputam a mesma atenção. A curva de resposta mostra quanto de receita incremental cada nível de verba entrega, e é nela que aparece a diferença entre o ROAS médio e o ROAS marginal. Arraste a verba e veja.

    Estudo ilustrativoCurva de resposta da TV
    0250 mil500 mil750 mil1000 mil0 mi1 mi2 mi3 mi4 miLimiarSaturaçãoEquilíbrioHoje
    • ROAS médio: inclinação desde a origem
    • ROAS marginal: inclinação no ponto
    Receita incremental
    R$ 2.676 mil
    ROAS médio
    4,8×
    ROAS marginal
    2,4×
    Passou do ponto
    o próximo real volta menos do que custa
    Margem de contribuição de 30%: o próximo real se paga quando traz R$ 3,33 de receita (1 ÷ 0,30).
    ROAS médio

    Receita incremental dividida pela verba total. Descreve o passado e inclui os primeiros reais, que renderam muito.

    ROAS marginal (mROAS)

    Quanto volta do próximo real investido. É a inclinação da curva no ponto de hoje, e é ele que decide o orçamento.

    Ponto de equilíbrio

    Com margem de contribuição de 30%, cada real de mídia precisa trazer R$ 3,33 de receita para se pagar: mROAS de equilíbrio = 1 ÷ margem. Acima disso, vale aumentar; abaixo, cada real a mais reduz o lucro.

    Na TV do exemplo, o ROAS médio é 4,8× e parece ótimo. O ROAS marginal é 2,4×: abaixo de 3,33, o próximo real na TV reduz o lucro. O equilíbrio está em R$ 485 mil por mês, não nos R$ 560 mil de hoje.

    Adstock e efeito residual

    A campanha sai do ar. O efeito, não.

    Parte da venda acontece semanas depois da exposição. O adstock mede quanto do efeito de cada semana carrega para as seguintes. Sem ele, o modelo dá o crédito errado: premia a semana seguinte pelo que a TV plantou e subestima os canais de memória longa.

    Por isso medimos a retenção de cada canal. Busca paga captura quem já decidiu e quase não carrega efeito; TV e mídia exterior seguem vendendo depois do último dia no ar.

    Estudo ilustrativoFlight de 4 semanas, mesmo investimento em TV e Search
    S1S3S5S7S9S11S13S150%50%100%Campanha fora do ar
    • Investimento por semana
    • Efeito da TV (memória longa)
    • Efeito do Search (memória curta)
    43,7%do efeito da TV chega depois que a campanha sai do ar
    4,4%no Search, que captura quem já decidiu
    Realocação de verba

    Mesmo orçamento, mais receita: tire de onde o mROAS é baixo e coloque onde é alto.

    Cada canal tem a própria curva de ROAS marginal, que cai conforme a verba sobe. O mix ótimo é aquele em que o próximo real rende o mesmo em todos os canais: enquanto um canal devolve mais que outro, mover verba aumenta a receita sem gastar mais. O plano respeita a faixa de verba já observada em cada canal; o que passa disso vira teste antes de virar plano.

    No gráfico, o primeiro ponto de partida é a verba de hoje. Depois, o gráfico sorteia outros mixes com o mesmo total: todos chegam ao mesmo ótimo, porque ele depende das curvas e do orçamento, não de onde a verba está hoje.

    Estudo ilustrativoROAS marginal de cada canal, no mesmo eixo
    Partida: a verba de hojeTV 560 · Meta 230 · Search 100 · iFood 60+R$ 244 mil por mês no ótimo
    0200 mil400 mil600 mil800 mil0×2×4×6×8×10×Equilíbrio 3,33
    • Ponto de partida: hoje ou sorteado
    • Mix ótimo com o mesmo total
    • Tracejado: além da verba já observada
    Verba mensal em R$ mil, mesmo orçamento total
    CanalHojeÓtimoMudançamROAS
    TV560460−1002,4× → 3,8×
    Meta230183−472,9× → 3,8×
    Google Search100214+1146,3× → 3,8×
    iFood Ads6093+334,9× → 3,8×
    +R$ 244 milde receita por mês
    +4,8%na receita gerada pela mídia
    R$ 950 milmesmo orçamento mensal
    3,8×ROAS marginal igualado entre os canais

    No exemplo, sair da TV saturada e reforçar Google Search e iFood Ads rende R$ 244 mil a mais por mês, 4,8% na receita da mídia, com os mesmos R$ 950 mil de orçamento.

    Resíduo com dono

    O que o modelo não explica vira pergunta, não ruído.

    Toda semana que foge mais de dois desvios da previsão é marcada. Cruzamos a semana com clima, feriados, notícias e volume de busca da praça para sugerir a causa. Cada explicação aceita vira variável do modelo e uma ação para a próxima vez.

    Estudo ilustrativoResíduo semanal: o que o modelo não explicou
    S1S13S26S39S52-400 mil-200 mil0 mil200 mil400 milFaixa de 2 desvios12
    1Semana 15−6,2%

    Chuva forte na capital

    Sinal cruzado: Clima por praça

    Ação para a próxima vez: Ativar entrega e cupom no iFood na véspera da chuva.

    2Semana 32+8,1%

    Surto de gripe nos portais

    Sinal cruzado: Notícias e volume de busca

    Ação para a próxima vez: Comprar mídia em portais e reforçar o Search em até 48 horas quando o tema sobe.

    Calibração com experimento

    Modelo calibrado por experimento, não só por histórico.

    Histórico mostra correlação. Quando um canal sobe sempre junto com a sazonalidade, o modelo tem dificuldade de separar os dois e a faixa de incerteza fica larga.

    Um geo lift, com praças que recebem a campanha e praças de controle, mede o efeito causal do canal. O resultado entra no modelo como informação e a faixa fecha. Quando a marca mede visitas com a beAround, o experimento lê também a loja física, praça por praça.

    Conhecer a mensuração de campanhas
    Estudo ilustrativoROAS da Meta antes e depois do geo lift
    0×2×4×6×8×
    • Antes da calibração1,6× a 6,6×
    • Resultado do geo lift2,2× a 3,6×
    • Depois da calibração2,3× a 3,7×
    Como funciona

    Do pedido de dados à decisão de orçamento.

    O estudo é operado pela beAround do começo ao fim. Sua equipe recebe a leitura pronta na plataforma e decide com o time de mídia.

    Mais de 92 modelos trabalhando no MMM da beAround hoje.

    1. 01

      Pergunta e KPI

      Definimos a decisão que o estudo apoia e o KPI: receita, pedidos, novas assinaturas ou visitas, por semana e por praça.

    2. 02

      Dados

      Verba e entrega de cada canal, venda, preço, promoção e calendário. Conectamos as contas de mídia ou recebemos as planilhas da agência; clima, feriados e indicadores econômicos já vêm da plataforma.

    3. 03

      Modelagem

      Modelo bayesiano com adstock e saturação por canal, controles de calendário, preço e clima, e informação de experimentos quando existe.

    4. 04

      Portão de qualidade

      Nenhum estudo é publicado sem passar por convergência, ajuste fora da amostra e plausibilidade dos efeitos. O que falha volta para a modelagem.

    5. 05

      Leitura e cenários

      Decomposição, curvas, ROAS marginal com faixa de incerteza e simulador de realocação, na plataforma da beAround.

    6. 06

      Calibração e atualização

      O modelo é reajustado todo mês com os dados novos e calibrado por geo lift quando um canal pede prova.

    O que você recebe

    • Decomposição da receita por canal e por praça
    • Curva de saturação e ponto de equilíbrio de cada canal
    • ROAS médio e ROAS marginal com faixa de incerteza
    • Plano de realocação com o mesmo orçamento
    • Simulador de cenários de verba
    • Resíduo explicado, com ação sugerida
    • Atualização mensal do modelo

    Dados de que precisamos

    • Pelo menos 1 ano de histórico semanal; o ideal são 2 anos
    • Verba por canal e semana, por praça quando possível
    • Venda, ou o KPI escolhido, por semana e praça
    • Preço, promoções e lojas abertas no período
    • Margem de contribuição, para achar o ponto de equilíbrio
    Perguntas frequentes

    Perguntas frequentes sobre Marketing Mix Modeling

    ROAS marginal, saturação, adstock, dados necessários e privacidade: o que costuma surgir antes do primeiro estudo.

    Marketing Mix Modeling com a beAround

    Descubra onde está o próximo real que mais vende.

    Mostramos o que um estudo de MMM entrega com os seus dados: os canais, as praças e o histórico que você já tem.