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    Operações presenciais

    O problema não é só a fila. É não saber onde ela começou.

    Entenda ocupação, espera e jornada para dimensionar equipes, aproveitar melhor os ambientes e corrigir gargalos com dados reais.

    Dados agregados e anonimizados. Privacidade desde a captura.
    Mapa operacionalUnidade central · Hoje
    Ao vivo
    Planta demonstrativa de operação presencial com fluxo e gargalosMaior gargalo recepção · 12 minCapacidade disponível salas 05 a 07
    Menor ocupação
    Maior ocupação
    12 minespera média
    −18%
    82%ocupação no pico
    controlada
    18%capacidade ociosa
    visível
    98,6%qualidade do dado
    alta
    Da presença à eficiência operacional

    Ocupação mostra volume. A jornada revela onde agir.

    Conectamos ambientes, horários e etapas para transformar movimento em capacidade, escala e experiência.

    01

    Onde a fila começa? Qual etapa realmente provoca a espera?

    O que medimos

    Chegada, check-in, permanência, deslocamento e tempo entre etapas da jornada.

    Decisão possível

    Atuar no gargalo correto, sem aumentar equipe onde a capacidade já é suficiente.

    02

    Quais ambientes estão sobrecarregados ou subutilizados?

    O que medimos

    Ocupação, permanência, recorrência e capacidade por sala, setor e faixa horária.

    Decisão possível

    Redistribuir agenda, atendimento e uso dos espaços antes de ampliar estrutura.

    03

    A equipe está dimensionada para o movimento real?

    O que medimos

    Picos de chegada, volume simultâneo, duração do atendimento e demanda por zona.

    Decisão possível

    Ajustar escalas e intervalos segundo a curva real, não uma média mensal.

    04

    Em qual ponto as pessoas interrompem ou repetem a jornada?

    O que medimos

    Sequência de zonas, retornos, desvios, abandono e tempo até a conclusão.

    Decisão possível

    Simplificar o percurso e reduzir fricção nas etapas que mais perdem pessoas.

    05

    Como comprovar presença e rotina sem depender de marcação manual?

    O que medimos

    Presença em áreas autorizadas, permanência mínima e regras operacionais configuráveis.

    Decisão possível

    Criar evidências consistentes para operações, SLA e conformidade com privacidade.

    06

    A mudança operacional realmente melhorou a experiência?

    O que medimos

    Comparação antes e depois de espera, ocupação, fluxo, jornada e capacidade ociosa.

    Decisão possível

    Manter apenas ajustes que reduzem tempo e melhoram o aproveitamento dos espaços.

    Do ambiente à rotina mensurável

    Desenhamos a cobertura. Depois acompanhamos a operação acontecendo.

    As beTAGs leem presença por ambiente sem obra. A pipeline transforma sinais em ocupação, jornada, alertas e recomendações.

    Blueprint operacional com cobertura, sensores e rotas
    01
    DESENHO DA COBERTURAAmbientes e pontos de leitura
    beTAGs, zonas e jornadas
    INSTRUMENTADOMENSURADO
    Operação presencial real com recepção e circulação
    02
    OPERAÇÃO ATIVAFluxo e capacidade em contexto
    Leitura ativa
    Ocupação, espera, jornada e alertas

    PrecisãoLeitura por ambiente

    CoberturaContínua e sem obra

    JornadaEtapas e transições

    ResultadoAlertas e decisões

    Painel demonstrativo

    Do gargalo visível à causa operacional.

    Os números são ilustrativos. O formato mostra como conectamos ocupação, capacidade e jornada para orientar decisões diárias.

    Dados ilustrativos · formato demonstrativo
    Operação Demo
    OP
    Dados atualizados · operação ativa

    Operação · Fluxo e capacidade

    Ocupação, espera e uso real dos ambientes.

    Espera média12 min−18% vs. período anterior
    Ocupação no pico82%10h · dentro do limite
    Capacidade ociosa18%3 salas disponíveis
    Planta operacionalFluxo, espera e ocupação por ambiente
    Planta operacional demonstrativa com mapa de fluxo e gargaloRecepção12 min de esperaSalas 05 a 0718% ociosasAtendimento A84 pessoas
    Baixa ocupação Fluxo normal Gargalo
    Capacidade por ambientePessoas, permanência e situação
    Agora
    ZonaPessoasTempoStatus
    Recepção12612 minGargalo
    Atendimento A8434 minEstável
    Atendimento B7129 minEstável
    Salas 05 a 073818 minOcioso

    Capacidade disponívelTrês salas podem absorver parte da fila sem obra ou expansão.

    Gargalo de entrada

    O check-in reteve a jornada antes de salas com capacidade disponível.

    Atenção
    Escala recomendada

    Adicionar uma pessoa à recepção apenas entre 8h e 10h.

    Insight

    AÇÃO OPERACIONALTransforme o insight em rotina.Alertas, relatórios e integrações para agir quando o gargalo acontece.

    Configurar uma operação
    Deslize para explorar o painel
    Leitura operacional

    A recepção concentrou espera enquanto três salas ficaram ociosas.

    O problema não era falta de capacidade: os agendamentos chegaram juntos e o check-in reteve a jornada antes do atendimento.

    01

    Distribuir chegadas em janelas de 10 minutos.

    02

    Abrir o segundo ponto de check-in entre 8h e 10h.

    03

    Direcionar atendimentos simples para as salas subutilizadas.

    Como a leitura ganha precisão

    Ambiente, presença e contexto operacional na mesma pipeline.

    Cada fonte cumpre uma função: cobertura contínua, precisão por zona e contexto de agenda ou atendimento, sempre com dados agregados.

    01

    SDK integrado

    Sinais consentidos conectados ao contexto da operação.

    Coleta integrada
    02

    beTAGs

    Precisão em salas, pontos críticos e transições da jornada.

    Leitura por zona
    03

    Sistemas da operação

    Agenda, check-in, atendimento, capacidade e regras de SLA.

    Contexto operacional
    PIPELINE BEAROUNDDo sinal ao diagnóstico operacional.
    Ao vivo
    Captura Validação Anonimização Jornada

    Qualidade média98,6%

    SaídaFluxo + alertas

    OPERAÇÕES PRESENCIAISQuer encontrar o gargalo antes de ampliar estrutura?Meça fluxo, espera, ocupação e jornada com precisão.

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